MEO

Junho 30, 2011 Vice


I
nfelizmente não tenho uma história feliz para contar relativamente a serviços multimédia contratados.

Se tive uma má experiência com os serviços prestados pela ZON, facto que me fez mudar para a MEO, parece pois que as coisas por aqui também não correm de feição.

A história conta-se em poucas palavras e tem a ver com o não pagamento de uma factura por culpa de quem na MEO, ou na PT, não sabe ler contratos e acaba por adulterar tanto a morada como o nome do cliente do serviço.

Na verdade decidiram atribuir um nome a um nº de contribuinte de terceiros e, talvez porque dava trabalho a escrever, apenas colocaram o nome da rua onde se localiza o serviço, esquecendo todos os restantes detalhes que teriam evitado que os CTT devolvessem a carta com a factura a pagar.

Assim, decidiu a PT enviar-me SMS avisando-me da falta de pagamento de uma factura. Para resolver esta situação telefonei vezes sem conta (a pagar, e bem!) para os serviços PT e MEO, desloquei-me duas vezes a uma Loja PT numa outra localidade onde acabei por efectuar reclamação escrita e, cerca de 5 semanas depois, em vez de ver a situação resolvida vi o serviço ser cortado!

Vê-se pois que por culpa de alguém na PT quem acaba por pagar é o cliente. É pois esta a forma de actuação das grandes empresas no nosso país, sempre isentas de punição perante uma lei que serve apenas os poderosos.

Depois de toda esta situação, eis que após solcitar mudança de instalação para uma outra morada, os senhores da MEO decidiram não pela continuação do contrato efectuado mas sim por me fidelizar por mais 12 meses como se de um novo contrato se tratasse.

As voltas que dei para resolver este assunto, para não falar das despesas inerentes, foram tantas que mereciam mais algumas páginas para ser contada toda a história.

Vale sim a pena saber que consegui resolver esta situação através da DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor).

Viva Portugal e o seu zé povinho.

Não somos grandes mas temos manias!