Deutsche Bank. Cuidado!!

Outubro 1, 2011 Vice

Cuidado! O Deutsche Bank brinca com o pessoal que pretende crédito à Habitação. Ou seja, dá o dito por não dito.

Como assim? Questionam vocês.

De uma forma muito simples. Explico em poucas palavras.

Imaginem uma pessoa, por exemplo eu, que decide solicitar crédito para compra de uma habitação sita em determinada localidade e que efectua o pedido num balcão do Deutsche Bank e que, mesmo sabendo existirem despesas associadas à análise de tal solicitação, decide avançar.

Depois de uma pré análise efectuada, por uma funcionária do atrás dito balcão, é solicitado ao cliente, por exemplo eu, que efectuasse depósito em valor superior a 1000 euros de forma a providenciar abertura de conta e pagamento de despesas inerentes à concessão do crédito supra-citado, pois
que estavam superadas todas as condições requeridas pela entidade bancária acima indicada.

Alguns dias depois essa pessoa, por exemplo, eu, recebe uma chamada de uma funcionária desse mesmo balcão dizendo que a referida solicitação de crédito à habitação tinha sido aceite e que contactaria o cliente, entenda-se a minha pessoa, num prazo de 2 a 3 dias para indicação da data de escritura.

O prazo atrás descrito expirou! e cerca de 8 a 10 dias depois de tal comunicação, o tal cliente, por exemplo eu, recebe uma chamada do atrás e acima descrito Banco, representado por uma outra funcionária, pois que a primeira estaria de férias, algo a que todos os trabalhadores têm direito, e lamentando muito o facto do Banco, enquanto entidade central, leia-se Lisboa (julgo que não terá sido a sede na Alemanha) decidiu que o cliente teria de fazer algumas obras na casa a adquirir pelo que só emprestava determinada quantia para a compra e a restante teria de ser emprestada a título de empréstimo para obras.

Naturalmente que aqui qualquer energúmeno se questionaria de qual a razão de um empréstimo para compra de habitação já aprovado pela entidade bancária passar do aprovado para o "só se..."

Foi uma forma brilhante e habilidosa de me sonegarem mais de 1000 euros.

Atenção pois aos incautos, solicitem por escrito tudo o que vos for dito pela entidade bancária e não caiam na canção do bandido pois que se o tal cliente, por exemplo, eu, tivesse solicitado por escrito a decisão de tal entidade, os tais mais de mil euros teriam de ser devolvidos ou, no pior para ambos, por razões que por agora não me apetece estar a escrever, a decisão de tal aprovação teria de seguir em frente.